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Plano prevê retirada gradual da vacinação contra febre aftosa

Por em 10 de novembro 2017 -
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O PNEFA – Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, tem o principal objetivo de retirar a vacinação contra a febre aftosa no país até 2023

Plano prevê retirada gradual da vacinação contra febre aftosa

Foi desenvolvido um plano que prevê a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa. Esta foi uma iniciativa do DAS – Departamento de Saúde Animal, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O PNEFA – Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, tem o principal objetivo de acabar com a vacinação contra a febre aftosa no país até 2023. “Muitos países no exterior já foram oficialmente classificados como livres da doença sem vacinação – espera-se o mesmo no Brasil”, afirma Jackson Victor de Araújo, Curso a Distância CPT Prevenção e Controle de Doenças em Bovinos – Verminose, em Livro+DVD e Online, da Área Gado de Corte.

Para planejar as ações que envolvem a execução do plano, foram realizadas reuniões com membros do setor público – dentre eles, agentes de defesa agropecuária, além de pecuaristas do Amazonas, do Acre, do Mato Grosso e Rondônia, bem como representantes de governo. Na verdade, tanto os governos dos estados como a iniciativa privada aderiram ao PNEFA, tamanha a sua importância para a pecuária nacional.

Segundo Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal, para que o Brasil consiga o reconhecimento da OIE – Organização Mundial de Saúde Animal, como país livre da febre aftosa sem vacinação, é essencial cumprir com todos requisitos sanitários. Para isso, há muito trabalho a ser feito. O Estado de Rondônia, por exemplo, enviará servidores para ações de fiscalização conforme prevê o plano. Já Mato Grosso aumentará os postos de fiscalização do trânsito de animais (unidades móveis), como estratégica, pela proximidade com a Bolívia.

No PNEFA, foram criados cinco blocos com os 26 estados brasileiros (e DF). O objetivo é facilitar o processo de transição de área livre da aftosa com vacinação para sem vacinação. Vejamos a formação dos blocos:

Bloco 1: Acre e Rondônia;
Bloco 2: Pará, Amazonas, Roraima e Amapá;
Bloco 3: Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Alagoas, Ceará e Maranhão;
Bloco 4: Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Tocantins Sergipe e Bahia;
Bloco 5: Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

O PNEFA – Plano Estratégico de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa, prevê:

->maior sustentação financeira;
->regionalização das ações;
->agilidade e precisão no diagnóstico;
->adequação e fortalecimento do sistema de vigilância;
->cooperação internacional e educação em saúde animal;
->gestão compartilhada entre governos e iniciativa privada;
->prognóstico de imunógeno para emergências veterinárias;
->aperfeiçoamento das capacidades do SVO – Serviço Veterinário Oficial.

Fonte: Canal Rural.

Confira o artigo “Tripanossomose no gado tem cura” e aprimore ainda mais o seu conhecimento.



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Equipe de Redação Cursos CPT Centro de Produções Técnicas, Viçosa - MG.

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